Polícia
Defensor tenta adiar julgamento
O defensor público Ryldson Martins Ferreira, que atua pelos dois réus, bem que tentou adiar o julgamento, alegando a dificuldade de localizar duas testemunhas que poderiam comprovar que os acusados estavam em Olho d?Água das Flores na noite do crime. Mas não teve jeito, o juiz Geraldo Amorim deixou claro que o adiamento estava fora de cogitação. Logo em seguida, houve a definição do corpo de júri, composto por seis mulheres e um homem. Tudo era acompanhado com atenção por amigos e parentes de Fábio Acioli, principalmente os pais do estudante assassinado, o médico Paulo Medeiros e Marilza Acioli, que não quiseram dar entrevista até o fim do julgamento. A primeira testemunha a prestar depoimento foi o policial Luciano Pereira, chefe de operações da Delegacia de Homicídios, na época do crime. Para ele, não há dúvida que Eduardo e Wanderley cometeram o crime, inclusive porque foram reconhecidos pelo garçom Marcos Aurélio e por Rafael Cícero, durante o inquérito policial. MG