Polícia
Caso vira crime comum, sem mandantes
O promotor de Justiça, José Carlos Malta Marques, não quis dar entrevista ontem pela manhã, mas antecipou que a expectativa do Ministério Público ?é de condenação dos réus porque há provas incontestes?. O assistente de acusação, advogado Fernando Falcão, disse que o caso caminha para um crime comum, sem mandantes, e comenta que a morte de Rafael Cícero prejudica o processo porque se esperava que ele trouxesse novas revelações para o júri. O juiz Geraldo Amorim foi categórico ao tratar da decisão de julgar, pelo menos por enquanto, apenas a autoria material do crime. ?Existem boatos de que pessoas influentes estariam envolvidas nesse caso, mas posso afirmar de forma categórica que até o presente não se tem nenhuma prova que aponte o mandante. Se houvesse algum mandante, ele estaria aqui no banco dos réus?. Após passar um ano preso sem provas e antes de morrer, Rafael Cícero só concedeu uma entrevista exclusiva, publicada na edição da Gazeta de Alagoas do dia 12 de setembro de 2010. MG