Polícia
Militares pressionam governo por reajuste
A falta de uma saída negociada para a principal reivindicação da Polícia Militar (PM), o realinhamento salarial, deixou a tropa em ?pé de guerra?. Ontem, após uma assembleia, militares de diferentes patentes demonstraram disposição para radicalizar as ações contra o governo do Estado e não descartam um aquartelamento para o carnaval. Na reunião, que contou com representantes de todas as associações militares, o clima esquentou quando foi repassada a informação de que, até o momento, desde junho do ano passado, nenhuma proposta apresentada à Secretaria de Estado de Gestão Pública (Segesp) foi considerada. ?Estas reuniões na Segesp são resultado do acordo firmado, no ano passado, para pôr fim ao movimento unificado do conjunto dos servidores públicos. Fomos para a mesa de negociação, mas até o momento sempre tivemos nossas propostas rechaçadas com o argumento de que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal?, explicou o sargento Teobaldo Almeida, que preside a Associação dos Subtenentes e Sargentos.