Polícia
MP denuncia delegado por improbidade
A situação do delegado Haroldo Lucca, acusado de se apropriar de cheques apreendidos durante a Operação Espectro, ocorrida em 2012, se complicou ainda mais. É que a 62° Promotoria de Justiça da Capital ingressou com uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa na Justiça. Conforme a investigação, que teve início após a denúncia do advogado Délio Xavier, investigado na operação desencadeada pelo Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), o delegado teria se apropriado de três cheques, no valor de R$ 2.100, R$ 2.080 e R$ 2.100. Os valores foram depositados na conta do comerciante Márcio de Magalhães Costa, que também é acusado. Em depoimento, ele revelou que havia feito a compensação a pedido do empresário Cássio Filipe Moura de Magalhães, também envolvido no esquema, depois de ter recebido os valores do próprio delegado. A apuração apontou ainda que, junto com a esposa, Marcela Pereira Torres, o delegado tentou comprar uma padaria, com outros cheques apreendidos.