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Polícia

Delegado ouve testemunhas na morte de professor

O delegado Marcos Vinícius, da Força Nacional de Segurança, começou a ouvir ontem os depoimentos de testemunhas no caso da morte do professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Paulo Décio Arruda de Mello, 59 anos, cujo corpo foi encontrado carboni

Por | Edição do dia 13/03/2013 - Matéria atualizada em 13/03/2013 às 00h00

O delegado Marcos Vinícius, da Força Nacional de Segurança, começou a ouvir ontem os depoimentos de testemunhas no caso da morte do professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Paulo Décio Arruda de Mello, 59 anos, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro do próprio carro, na porta de casa, em Guaxuma, no Litoral Norte de Maceió, na noite do último sábado. Familiares, entre eles a esposa do professor, a médica Silvania Cavalcante, foram ouvidos pelo delegado Marcos Vinícius, que está à frente das investigações. A polícia não divulgou nomes, mas além da família, alguns amigos e pessoas que estiveram com o professor Paulo Décio antes de sua morte também foram ouvidos. Muito abalada, a família de Paulo Décio acompanha as investigações e deve divulgar uma nota oficial ainda hoje. Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Defesa Social, o delegado Marcos Vinícius aguarda o resultado da perícia no carro, que será feita ainda esta semana, mas o resultado só deve ficar pronto depois de trinta dias.

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