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Pol�cia n�o teria sido informada sobre o problema

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A reabertura do posto, ontem, foi marcada pela demanda reprimida com o acúmulo do atendimento que havia sido suspenso. Quem sofre com isso são os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), como a gestante de 8 meses Maria José da Silva. ?Vim fazer o pré-natal na quarta e tive de voltar hoje, estou aperreada porque peguei uma coceira em todo canto, até na barriga, deve ser algum micróbio. Acho um absurdo, disseram que o posto fechou por causa dos tiroteios dos traficantes?, reclama Maria, levantando a blusa para mostrar a barriga cheia de pintas vermelhas na pele. A professora Rilda de Paula reclama não só da falta de policiamento no bairro, mas também das condições precárias do posto. ?Aqui, faltam remédios e funcionários, nem esparadrapo tem, já tive um sobrinho meu machucado, e eu tive de comprar o material para fazer o curativo, inclusive gaze?. Funcionárias informam que o posto não fechou ?apenas? por causa da violência. ?Na verdade, fechou também porque não tem material para a gente trabalhar, falta até esparadrapo, a farmácia está zerada, o dentista não tem autoclave, o calor é demais por falta de janelas e estamos sem funcionário para a farmácia e para o arquivo?.

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