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Reviravolta no caso B�rbara Regina

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Uma rede de prostituição de luxo, tráfico humano, exploração sexual de adolescentes e importação de cocaína caiu como uma bomba no colo da polícia alagoana. O estopim foi aceso durante as investigações de cinco assassinatos de supostas garotas de programa que se atravessaram no caminho da jovem cafetina, Vanessa Ingrid da Luz, de 19 anos, que está presa no Presídio feminino. Entre eles, um caso emblemático, o desaparecimento da universitária Bárbara Regina Gomes, 21, sofreu uma reviravolta. Ontem, a polícia informou que ela foi assassinada a mando de Vanessa, depois que saiu da boate Le Hotel, na madrugada de 1º de setembro de 2012. A revelação veio à tona pela delação de um primo da acusada, Tiago Handerson de Oliveira Santos, preso pelo assassinato de outra vítima, Franciellen da Rocha, 18 anos, queimada viva também a mando de Vanessa. Segundo Tiago, a cafetina não só mandou matar como participou diretamente da morte de Bárbara e da ocultação do cadáver com detalhes escabrosos. ?Eles decapitaram ela, cortaram as mãos, os braços, cortaram os pés, a cabeça e foram queimando tudinho?, detalhou. As investigações em torno de Vanessa apontam para o envolvimento dela e do namorado, o traficante Genilson dos Santos, o ?Ninho?, com o Primeiro Comando da Capital (PCC), maior facção criminosa do país, com sede em São Paulo. A moça supostamente comanda uma rede de prostituição com mais de 50 garotas de programa, que atendem grandes empresários, políticos, policiais e autoridades.

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