Polícia
M�e que denunciou tortura pede prote��o
Desde o dia 26 de maio, a dona de casa Genivalda de Almeida Torres, 30 anos, não tem mais sossego. Genivalda se sente ameaçada por policiais militares que atuam na Base Comunitária do Conjunto Osman Loureiro, os mesmos que são apontados pela dona de casa como os agressores do filho dela, M.J.A.T.S., 13 anos. Na tarde de ontem, Genivalda esteve no Ministério Público Estadual (MPE) para pedir proteção e solicitar que o caso, que ela caracteriza como tortura, não fosse esquecido. À promotora Karla Padilha, Genivalda relatou as agressões sofridas pelo filho dela na manhã do dia 26, quando ele voltava de uma feira na parte alta da cidade, juntamente com outros dois menores, e foi abordado pelos militares. Ao constatarem que o garoto estava com uma arma de brinquedo, Genivalda conta que o filho recebeu choques e foi espancado, dentro da sede da Base Comunitária. O menino foi liberado pelos militares no mesmo dia, mas Genivalda conta que tem se sentido ameaçada pelos policiais.