Polícia
PM que confessou morte continua preso
União dos Palmares ? O policial militar Diógenes Batista de Lima, acusado do assassinato do colega de farda Manuel Cardoso Júnior, permanece preso após ter dois pedidos de liberdade provisória rejeitados pela Vara Criminal de União. O crime ocorreu no interior de um bar na periferia de Santana do Mundaú, no início de fevereiro. Manuel Cardoso foi executado a tiros deflagrados por Diógenes Batista. Conforme o juiz Antônio Rafael, apesar do bom comportamento do policial militar, não havia como conceder a liberdade provisória. ?O crime não mexeu somente com a sociedade de Santana do Mundaú, causou comoção também em União dos Palmares, onde os dois policiais militares trabalhavam?, justificou.