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Alagoas tem fim de semana violento

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Das 26 pessoas que morreram em Alagoas entre sábado e segunda-feira, 34% (nove pessoas) foram vítimas de projétil por arma de fogo (PAF). A sigla é utilizada pelo Instituto Médico Legal (IML), responsável pela coleta de corpos em todo o Estado, para classificar o crime violento, letal e intencional. Os dados, disponibilizados ontem à tarde pela Perícia Oficial de Alagoas são resultado dos exames cadavéricos realizados pelos profissionais que atuam nas representações do Instituo Médico Legal (IML) em Maceió e Arapiraca, na região Agreste, e para onde vão os corpos coletados no Sertão. Quando analisado segundo os corpos examinados em Maceió, o percentual de PAF sobe para 42% do total de 14 mortos no fim de semana. É o caso de Jardel Inacio Sabino, morto em Joaquim Gomes, e Denison Vieira da Silva, no Jacintinho, e José Vinícius da Silva, também numa das ruas do Jacintinho. Flávio Izídio (Jacintinho), Matheus Tenório do Nascimento (Cidade Universitária) e José Michael Viana da Silva (distrito de Ipioca) também foram mortos por projétil disparado por arma de fogo. Em relação a Arapiraca, os assassinados por PAF caem para 23% do total de 13 corpos coletados. José Valter dos Santos Júnior (Teotônio Vilela), Josenildo Melo dos Santos (Palmeira dos Índios) e José Anderson dos Santos Silva (Junqueiro) também foram assassinados por PAF. Em todo o Estado, quatro pessoas (15% do total) foram mortas por perfuração com arma branca (facas, facões e peixeiras).

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