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Assassinato de estudante continua impune

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Uma bala perdida e a impunidade continua sangrando como o ferimento na cabeça da estudante Aline Berto Paulino, de 21 anos. Todas as evidências e depoimentos levam a crer que o tiro foi disparado por um policial militar, mas o inquérito continua emperrado, até hoje, porque os laudos periciais ainda estão trancados em algum birô do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML). O caso que revoltou a população de Rio Largo e de todo o Estado completa quatro meses de inércia, no próximo dia 5. E não é por falta de empenho do delegado de Homicídios, Ronilson Medeiros, que já tomou vários depoimentos de testemunhas, interrogou os três policiais militares que estavam próximo ao local e requisitou todos os exames da perícia. Na noite de 5 de maio, Aline conversava com as amigas na porta de casa quando o cabo PM Cristian de Costa Cassavan e a tenente PM Petrúcia Soares de Lima começaram a perseguir dois suspeitos armados. Todas as testemunhas relatam que um deles passou por Aline, com o revólver em punho, sem efetuar nenhum disparo. Instantes depois, o tiro que matou Aline foi deflagrado.

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