Polícia
Policiais civis v�o �s ruas denunciar viol�ncia
Comoção e revolta marcaram o sepultamento do policial civil José Santos de Oliveira, na tarde de ontem, no Cemitério Nossa Senhora da Piedade, no Prado. Mesmo sem ter a quem atribuir o crime, a família rechaçou qualquer ligação com agiotagem, como chegou a ser especulado. Na noite da última sexta-feira, o corpo do agente foi encontrado carbonizado, no porta-malas de seu veículo, em Igaci. O crime teria ocorrido no momento em que ele retornava para o seu plantão na Delegacia Regional de Palmeira dos Índios. Segundo sua irmã, Célia Santos de Oliveira, ele não estava com problemas financeiros, tanto que estava com um consórcio para a aquisição de um outro veículo. ?Meu irmão era meu confidente, nós conversávamos muito e um ajudava o outro. Quando precisava de algo, me pedia e assim nós íamos vivendo. Desconheço qualquer dívida que tivesse que pudesse justificar isso?, disse Célia, pouco antes do sepultamento.