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Nº 5757
Polícia

Pedreiro � acusado de manter filho de dez anos acorrentado

O delegado Oldenberg Paranhos, da cidade de Rio Largo, resgatou, às 15h de terça-feira, o menor D. M. M., 10, que era mantido acorrentado pelo próprio pai, o pedreiro Lindolfo Gomes de Mendonça, na residência da família, na Rua Pratagy, no centro da cid

Por | Edição do dia 28/11/2002 - Matéria atualizada em 28/11/2002 às 00h00

O delegado Oldenberg Paranhos, da cidade de Rio Largo, resgatou, às 15h de terça-feira, o menor D. M. M., 10, que era mantido acorrentado pelo próprio pai, o pedreiro Lindolfo Gomes de Mendonça, na residência da família, na Rua Pratagy, no centro da cidade. A vítima foi solta e está aos cuidados do Conselho Tutelar, representado em Rio Largo pelo conselheiro Cícero Almeida Albuquerque. O acusado foi intimado para prestar depoimento sobre maus-tratos e lesão corporal. A criança disse à polícia que havia sido agredida pelo pai. Mas somente com o resultado do exame de corpo de delito é que a polícia vai se pronunciar. Oldenberg Paranhos relata que a polícia recebeu uma ligação anônima e foi até a residência. Com um mandado de busca e apreensão, teve acesso e encontrou o garoto amarrado pelo tornozelo em uma cadeira. Na residência havia algumas pessoas que serão intimadas para prestar depoimento. O cadeado, que prendia as correntes ao menino, foi retirado e o garoto libertado. “Ele disse que era bem tratado pelo pai, que lhe dava alimentação. No entanto para a lei nada justifica”, alerta o delegado da cidade de Rio Largo, que contou com importante colaboração do sargento Mauro Jorge para adotar as medidas. Extremamente traumatizado, o menino está sendo assistido por um psicólogo. O pedreiro será enquadrado nos artigos 136 e 129 (maus-tratos e lesão corporal). Ainda esta semana ele será interrogado pelo delegado Oldenberg Paranhos, da cidade de Rio Largo.

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