Polícia
Taxista � assassinado com 12 tiros em Macei�
A última corrida de Gleidson Carajás terminou no Conjunto Cidade Sorriso, região periférica do Benedito Bentes 2, por volta das 20h de quinta-feira. O taxímetro estava livre quando ele desceu do Corsa Sedan branco para conversar com um ?amigo? do outro lado da rua. Pouco depois, o taxista de 22 anos teve as pernas, o tórax e a cabeça perfurados. Doze tiros disparados por três homens que fugiram de bicicleta. O relato que chegou ao pai de Gleidson, o também taxista José Aparecido de Carvalho, praticamente descarta a hipótese de latrocínio (assalto seguido de morte). ?Não levaram nada nem mexeram no carro?, confirma o pai. Já a ?queda? do rapaz por mulheres aumenta as suspeitas de um crime passional. Solteiro, morando com os pais e com todo o apurado do táxi praticamente para o lazer, o jovem Gleidson não resistia à volúpia e se vangloriava de manter relacionamentos com várias mulheres ao mesmo tempo. ?Ele me dizia que tinha oito namoradas. Eu falava, rapaz, tenha cuidado, mas não adiantava?, lamenta Aparecido. Se alguma delas era casada ou adolescente, o pai não soube dizer.