Polícia
Vigilantes cobram seguran�a ao governo
Considerando a classe alvo fácil da bandidagem, cerca de 50 vigilantes participaram, ontem, de assembleia convocada pelo sindicato da categoria, para cobrar eficiência do governo no combate à criminalidade. A morte do colega José Juvino da Silva, baleado, na semana passada, dentro de uma concessionária de veículos, no bairro do Farol, durante o trabalho, aumentou a revolta dos vigilantes. Por isso, a categoria decidiu dar prazo, até a próxima quinta-feira (3), para que o governo, por meio da Secretaria de Defesa Social (Seds), revele como anda a investigação e se os culpados pelo assassinato de José Juvino já foram identificados. Se não forem recebidos pelo representante da pasta, já na sexta-feira (4), o Sindicato dos Vigilantes realizará uma manifestação pública mobilizando a classe, formada hoje por cerca de 7 mil profissionais. Eles se consideram as principais vítimas de criminosos, especialmente das quadrilhas especializadas em assaltos a bancos e estabelecimentos diversos. ?Em 2013 tivemos a morte de um companheiros, agora outra. Isso é péssimo?, reclamou o presidente do sindicato, José Cícero Ferreira. Ele reclama ainda do grande número de armas roubadas desses profissionais.