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Inocentado em crime segue preso

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Mesmo sendo declarado inocente, pelo presidente do inquérito que investiga o estupro e o assassinato da pequena Tamires Érica Caroline da Silva, 7 anos, o padeiro Genilson Alves da Silva, 40 anos, continua preso. Ontem, ele viveu a expectativa por retornar à liberdade, já que desde a última terça-feira, o delegado Everton Gonçalves de Souza, não viu indícios de sua participação no crime. ?De acordo com nossos levantamentos, de fato, não vimos indícios de sua participação. Mas, quem prende a manda soltar é a Justiça. Quanto ao que me cabia já encaminhamos o pedido de soltura?, disse Everton de Souza. Ele frisou, ainda, que essa é a interpretação da polícia. Entretanto, a Justiça tem sua posição independente. O padeiro está recolhido à Casa de Custódia, no Barro Duro, desde que foi detido no último domingo, ao lado de Erinaldo Farias, apontado como o homem que abusou sexualmente e matou a criança, enquanto aguarda o alvará de soltura da 5ª Vara Criminal da Capital, com sede no Benedito Bentes, onde o crime foi registrado. No entanto, a liberdade de Genilson pode demorar mais do que ele espera. Ontem, a promotora de Justiça Marluce Falcão deu parecer contrário à soltura dele, alegando que necessita de mais provas para se convencer da inocência do padeiro. Em seu parecer, divulgado na tarde de ontem, ela afirma que ?ainda não é o momento para que seja descartada a linha de investigação que considera a participação de Genilson no crime?.

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