Polícia
Delegado defende fim de Central
O diretor de Estatística e Informática da Polícia Civil de Alagoas, delegado Flávio Saraiva, disse concordar que muitos atendimentos hoje prestados pela Central de Flagrantes retornem para as delegacias distritais. E também questiona a eficiência dessa unidade da corporação. Na reunião da semana passada do Conselho Estadual de Segurança Pública (Conseg), o presidente do colegiado, juiz Maurício Brêda determinou aos responsáveis pelo setor que avaliem como funciona a estrutura de lavratura de flagrantes em outros estados e a eficiência da Central, em Maceió. A medida seria com vistas à sua desativação e retorno de suas atribuições para as delegacias de bairro. ?É um modelo a ser revisto? É possível. A Central de Flagrantes é uma UTI social. Ela concentra várias demandas dos cidadãos para a polícia. E quando concentra isso, concentra também todos os problemas daí decorrentes?, diz ele. Para o diretor, um dos mais prováveis prejuízos no atendimento ao cidadão com a reunião dos serviços numa Central de Flagrantes é a quebra de um importante vínculo com a comunidade.