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Sindpol cobra solu��o para a Central de Flagrantes

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O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) vai pedir ao Ministério Público Estadual (MPE) que obrigue o governo a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para pôr fim à superlotação na Central de Flagrantes, em Maceió. Ontem, numa reunião com o delegado-geral da Polícia Civil, Carlos Reis, dirigentes do Sindpol avisaram que, além dessa providência, vão pedir que a Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP) informe qual a verdadeira capacidade dos presídios e quantos reeducandos estão custodiados em Alagoas. Na semana passada, o sindicato reclamou que na Central de Flagrantes, localizada no bairro do Farol, estavam 35 detentos. Com capacidade para 12 presos, a unidade abrigava ontem 28 homens. Diante da absoluta inadequação, e dos riscos que a superlotação representa para os agentes de polícia e usuários dos serviços da Central, dirigentes da entidade foram discutir soluções com a direção geral da PC. Na reunião com o delegado Carlos Reis, o sindicato propôs que o expediente diário seja iniciado sem presos nos xadrezes da unidade. Os sindicalistas mostraram que a superlotação precisa deixar de ser rotina, ou seja, é preciso assegurar o funcionamento pleno da unidade. Neste sentido, reafirmaram apoio ao acordo entre delegados e agentes para que não sejam feitos Termos Circunstanciados (TCOs) e Boletins de Ocorrências (BOs), nem autuações em flagrantes, quando a lotação chegar a 35 presos. ?Vamos dar apoio a essa decisão, que deve ser fortalecida pelo termo que vamos propor ao Ministério Público?, disse o presidente do Sindpol, Josimar Melo.

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