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Per�cia nega acesso � arma que matou militar

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O comando-geral da Polícia Militar (PM) aguarda receber hoje o laudo final da análise das 49 submetralhadoras, modelo G2 e de calibre ponto 40, feita por engenheiros da empresa Taurus. Eles vieram a Alagoas após o incidente envolvendo a soldada PM Izabelle Pereira dos Santos, morta no último fim de semana, depois de ser atingida por 17 dos 30 tiros disparados por uma arma desse porte dentro de uma viatura do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRP). A Polícia Civil, embora tenha instaurado o inquérito, espera o resultado da perícia na arma, do exame cadavérico e tenta ouvir os militares que estavam na guarnição. Ontem, os técnicos da Taurus desmontaram as oito submetralhadoras que apresentaram algum tipo de problema quando foram testadas na execução dos tiros. A intenção deles era descobrir os mecanismos de cada uma delas para entender os motivos que levaram ao funcionamento inadequado na hora em que a experimentação estava sendo realizada. Por medida de precaução, o material bélico em análise ficou sob a responsabilidade do Centro de Suprimento e Manutenção/Material Bélico enquanto os testes eram feitos. De acordo com a assessoria de imprensa da PM, caso seja detectado que as armas apresentaram defeito de fabricação, a tendência é que a empresa providencie a substituição imediata. Se o vício constatado foi resultado de um manuseio errado, a troca deve ficar sob a responsabilidade da própria corporação. Isso se houver interesse na reposição.

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