Polícia
Perito come�a a analisar arma que matou militar
O perito Ricardo Leopoldo, do Instituto de Criminalística (IC) de Alagoas, tem prazo de dez dias úteis, contados a partir de ontem, para concluir laudo sobre o funcionamento de uma submetralhadora cujos disparos, supostamente acidentais, ceifaram, no último dia 30, a vida da soldada Izabelle Pereira, da Polícia Militar. Uma segunda metralhadora modelo G 20 e de calibre 40, mais duas pistolas ? armamentos em poder de policiais ocupantes da viatura em que estava a policial morta, ? também estão sendo analisados pela Perícia Oficial. Capsulas dos projéteis disparados, e que atingiram a militar, também são objeto da análise pericial. São dois os objetivos do trabalho, de acordo com a assessoria de imprensa da Perícia Oficial: verificar se o armamento está funcionando adequadamente e ter a certeza, por meio de confronto balístico, de que as cápsulas coletadas dentro da viatura da Polícia Militar estavam atreladas aos projéteis que atingiram a vítima. Desde que foi recolhido pela perícia, o armamento está guardado no laboratório de balística do IC. Três funcionários da empresa Taurus, fabricante das metralhadoras, tentaram acesso ao material, mas não conseguiram autorização dos responsáveis pela perícia criminal. Como são parte interessada na investigação, só poderiam verificar as condições das metralhadoras com a devida autorização judicial. Ainda de acordo com a Perícia Oficial, a tentativa de acesso ao armamento aconteceu na última sexta-feira, quando estavam em companhia de dois representantes da PM.