Polícia
Defesa de servidor tenta evitar pris�o
A defesa do servidor público José Wellington Pacheco, que confessou ter atropelado e matado o estudante Fabrycio Jorge Cavalcante de Melo, de 13 anos, em trecho da Avenida Fernandes Lima, está preparando elementos para ingressar com um habeas corpus preventivo. A partir desse remédio jurídico, os advogados querem evitar que o acusado seja preso preventivamente, conforme foi solicitado pelo delegado Antônio Carlos Lessa, da Delegacia de Acidentes. O advogado José Mário Soares explicou que, tecnicamente, não enxergava motivos para a autoridade policial que investigou o caso ter pedido a prisão, embora suspeite que a medida seja uma resposta à sociedade diante do tamanho da comoção e repercussão em torno do caso. ?O meu cliente tem trabalho e residência fixos, é réu primário, nunca respondeu a processo e garantiu que iria se apresentar sempre que solicitado pela Justiça?, avalia. Para ingressar com o pedido de habeas corpus preventivo, o advogado diz esperar o inquérito chegar às mãos do juiz Geraldo Amorim, da 14ª Vara Criminal da Capital de Trânsito. Até ontem à noite, o processo não havia sido remetido à Justiça. Antes disso, passa pela Secretaria de Defesa Social (Seds) e pelo Ministério Público.