Polícia
Investiga��es duraram mais de um ano
A movimentação de policiais, advogados e parentes foi intensa, durante toda a manhã de ontem, na Delegacia-Geral. O advogado do PM Santana, Kléber Rego Loureiro da Silva, reclamou da dificuldade de acesso às informações para defender seu cliente. ?Até o momento (mais de 5 horas após a prisão), não se sabe o que está acontecendo, foi negado o nosso acesso às acusações, nem o decreto de prisão nos foi mostrado?. O advogado do PM Valdir, Danilo Alves, também alegou não saber de nada e não quis dar entrevista. Cerca de 10 viaturas da Radiopatrulha foram acionadas para fazer a escolta dos militares presos. Da Delegacia-Geral, em Jacarecica, eles foram levados para fazer exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), antes de serem conduzidos para o presídio militar. Os demais presos seguiram da Central de Flagrantes para a Casa de Custódia, no Jacintinho. Delegados que participaram da operação, como Denisson Albuquerque, Mário Jorge Barros e Ana Luiza Nogueira, encerraram as atividades por volta das 10h da manhã. Fontes da polícia revelam que eles não realizaram ainda os interrogatórios, o que só deve começar a partir de segunda-feira. ?É muito cansativo, o pessoal virou a noite se preparando para a atividade, não seria produtivo interrogar agora, eles precisam descansar um pouco?, informou uma fonte.