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Exame aponta que Samya n�o foi estuprada

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Divulgado ontem, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, mostra que não foram encontrados vestígios de lesões corporais na enfermeira Samya Vanessa Moraes de Mendonça Lopes, de 24 anos. A jovem foi submetida a exame de conjunção carnal, na última terça-feira, logo após ser localizada na cidade de Paripueira, com Victor Egla Braz da Costa, 32, que supostamente a teria sequestrado. Divulgado ontem pela Perícia Oficial de Alagoas (Poal), o laudo foi feito pela médica Magda Palmeira, que também coletou material genético para posterior exame de DNA. Segundo a médica, não foram encontrados sinais de violência, como hematomas, equimoses ou escoriações, no corpo de Samya Moraes. Do mesmo modo, o laudo de Victor Braz, acusado ainda de ter estuprado a enfermeira, não mostrou lesões de interesse médico-legal. Os dois foram examinados por solicitação do delegado de Paripueira, José Rangel Ataíde Vanderlei, que investiga os crimes de sequestro e estupro, supostamente praticados por Victor, professor de muay thai. O delegado tem até o início de fevereiro próximo para concluir o inquérito, mas avalia que pode encaminhar à Justiça o resultado da investigação bem antes desse prazo. Ontem, ele voltou a ouvir Samya Moraes sobre as declarações de que fora sequestrada e estuprada. A enfermeira voltou a dizer que seguiu com Victor Braz até Paripueira, sob pressão psicológica, e que não consentiu a relação sexual. O delegado Rangel evitou revelar mais detalhes da oitiva, argumentando que se trata de um caso bastante complexo.

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