Polícia
Estado tem 494 reeducandos monitorados eletronicamente
O monitoramento eletrônico de reeducandos do sistema prisional alagoanos é uma realidade. Atualmente, 494 deles, entre homens e mulheres, usam a tornozeleira eletrônica. Considerada de baixo custo pelo Estado, ela é utilizada em substituição ao regime semiaberto, desativado desde 2007. Segundo dados divulgados pelo Centro de Monitoramento de Sentenciados por Tornozeleira Eletrônica, somente em 2015, um reeducando retornou ao presídio após fugir do alcance imposto pelo Juizado de Execuções Penais, 19 foram presos por violar as regras impostas de monitoramento e 11 cumpriram a pena corretamente e progrediram, mais uma vez, a pena. Embora a maioria dos reeducandos se submeta às normas determinadas pela 16ª Vara Criminal da Capital, há casos em que juízes de outras comarcas também determinam o uso do aparelho eletrônico, cujo o contrato com o Estado pode chegar até a 728 em operação. Segundo o gerente do Centro de Monitoramento de Sentenciados por Tornozeleira Eletrônica, Paulo Henrique Cabral, a tecnologia é uma tendência. Atualmente, o custo de cada equipamento para Alagoas é de R$ 360. ?O equipamento possibilita um acompanhamento 24 horas, o que permite que sejam feitas operações de recaptura para quem descumprir as regras. Em nossa avaliação é eficiente para que a maioria não cometa crime e quando cometer possamos agir com mais objetividade?, diz Paulo Henrique.