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Nº 5735
Polícia

Policiais civis deflagram greve

Após uma assembleia realizada na tarde de ontem, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Alagoas (Sindpol) decidiu, por unanimidade, que a categoria entrará em greve por tempo indeterminado. De acordo com a entidade, o objetivo da mobilização é fazer

Por | Edição do dia 23/05/2015 - Matéria atualizada em 23/05/2015 às 00h00

Após uma assembleia realizada na tarde de ontem, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Alagoas (Sindpol) decidiu, por unanimidade, que a categoria entrará em greve por tempo indeterminado. De acordo com a entidade, o objetivo da mobilização é fazer com que o governo atenda às reivindicações salariais de, aproximadamente, 1,7 mil agentes. Conforme a direção do Sindpol, os policiais civis cobram o pagamento retroativo das progressões, o enquadramento dos aposentados, o fim do número de cotas para progressão do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS), além do reajuste salarial. “Estamos reivindicando melhorias nas condições de trabalho, a implantação do PCCS, o pagamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo IPCA mais ganho real, o piso de 60% da remuneração dos delegados de polícia e, obviamente, o pagamento de risco de vida. Além disso tudo, é de fundamental importância que o Estado promova uma reestruturação do ponto de vista da Polícia Civil. É complicado o processo que estamos enfrentando. Nem um quadro completo de servidores efetivos nós temos”, explica o presidente do Sindpol, Josimar Melo. À Gazeta de Alagoas, o sindicato também informou que as reuniões realizadas com o secretário estadual de Planejamento, Orçamento e Patrimônio, Christian Teixeira, não surtiram efeito para a categoria. “Por vezes tentamos fazer a negociação com o Estado. No entanto, percebemos que não teríamos resultados efetivos. Entendemos a situação que está formada, mas não podemos esquecer da situação em que os policiais estão inseridos atualmente”, diz um dos dirigentes do sindicato, Estelito Pimentel. Ainda de acordo com o sindicato, durante o tempo que durar a greve, apenas os flagrantes serão registrados, mantendo-se os 30% da força policial exigidos por lei. Os demais serviços da Polícia Civil ficarão paralisados por tempo indeterminado. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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