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Nº 5735
Polícia

Corpo encontrado pode ser de Davi

“O jeitinho dele, o corpinho e a roupa… Eu posso estar enganada, e amém que eu esteja, mas pelo jeito, é ele”. A declaração é de Maria José, mãe de Davi da Silva. Prestes a completar um ano do desaparecimento do adolescente, à época, com 17 anos de idade,

Por | Edição do dia 14/08/2015 - Matéria atualizada em 14/08/2015 às 00h00

“O jeitinho dele, o corpinho e a roupa… Eu posso estar enganada, e amém que eu esteja, mas pelo jeito, é ele”. A declaração é de Maria José, mãe de Davi da Silva. Prestes a completar um ano do desaparecimento do adolescente, à época, com 17 anos de idade, um novo capítulo pode trazer a elucidação do caso e acabar com a interrogação da família, que convive, desde então, com a incerteza sobre o real paradeiro dele, desaparecido depois de uma abordagem feita por militares do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRP), no Benedito Bentes II, em 25 de agosto do ano passado. Evidências levantadas acerca de um corpo encontrado em estado avançado de decomposição, no último sábado, 8, num matagal por trás da quadra E, no Conjunto José Tenório, no bairro da Serraria, parte alta de Maceió, levam a crer, inicialmente, tratar-se de Davi. O coordenador da Delegacia de Homicídios da Capital, José Carlos André, disse que, a priori, a possibilidade foi levantada pelo fato de o local ser entendido como viável para o abandono do corpo do adolescente. “Os celulares dos militares indicaram que eles andaram do final do Benedito Bentes II, passando por trás do Ecopark, até sair por trás do José Tenório”, disse ele. Um fato que chamou a atenção foi a questão de o corpo se encontrar conservado em alguns pontos, principalmente na parte inferior. “Em conversa com peritos e médicos-legistas, fui informado de que, dependendo do local – e lá era mata fechada e úmida –, é possível, sim. Por esse motivo, a família só foi contatada ontem”, disse José Carlos. Ele contou ainda que a família foi chamada até a delegacia para ver fotos, inclusive de uma bermuda que foi encontrada no local. “A mãe e a irmã disseram reconhecer a vestimenta como sendo de Davi, mas, por estarem com o emocional elevado, isso também é levado em conta. Estamos dependendo mesmo do resultado da perícia técnica; se os exames papiloscópicos não resultarem, aí sim, será pedido um exame de DNA”.

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