loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

Acusado de matar militar no RN � preso em Alagoas

Ouvir
Compartilhar

Um dos suspeitos de matar o soldado do Regimento de Polícia Montada (RPMon) Wildiney Alves de Andrade, do município de Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte, foi preso, nesse fim de semana, em trecho da rodovia BR-101, na zona rural da cidade de São Sebastião, no Agreste de Alagoas. O crime aconteceu no dia 21 de março deste ano, durante uma tentativa de assalto a um cartório, e foi cometido por uma dupla armada. A prisão foi efetuada por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Luan Rodrigues Fernandes de Arruda, de 23 anos, estava na companhia de mais três homens, trafegando pelo interior de Alagoas no veículo GM/Celta, de cor prata e placa de São Cristóvão (SE), quando o automóvel foi parado durante uma blitz da PRF, por volta das 19 horas do último sábado. Durante a abordagem, os agentes descobriram, contra o jovem, um mandado de prisão preventiva, expedido pela 3ª Vara Criminal de Mossoró, datado do dia 13 de maio. Após a constatação da existência da ordem judicial, o suspeito recebeu voz de prisão e foi levado, inicialmente, para a Delegacia Regional de Polícia Civil na cidade de Penedo. A previsão era que ele seria transferido, no começo desta semana, para o sistema prisional de Alagoas. A prisão dele já foi oficialmente comunicada à Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Sesed), a quem caberá providenciar a transferência para um presídio potiguar por meio de decisão da Justiça. De acordo com informações fornecidas pela assessoria de imprensa da PRF, o suspeito tem passagens pela polícia por vários crimes, entre eles roubos, embriaguez ao volante, receptação de veículo, tráfico de drogas e outros assassinatos. O motorista do automóvel em que Luan estava, que não foi identificado, somente não foi preso também por ausência de um mandado de prisão. A PRF viu, no sistema policial, que ele já havia sido preso outras vezes por homicídio, tráfico de drogas, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

Relacionadas