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Morte em confronto gera protesto

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Moradores do Conjunto Joaquim Leão, localizado no bairro do Vergel do Lago, em Maceió, fizeram ontem um protesto após a morte, a tiros, de Anderson Carlos da Silva, de 23 anos. ?Chocolate?, como é conhecido, é acusado de assaltos e de comandar o tráfico de drogas no Conjunto Virgem dos Pobres e no Benedito Bentes II, e morreu após um suposto confronto com a polícia. A manifestação resultou em confusão, que terminou em conflito entre policiais e moradores da localidade. De acordo com a assessoria da Polícia Militar, durante o cumprimento de mandado de prisão expedido pela 17ª Vara Criminal, o suspeito tentou fugir pelo telhado e efetuou vários disparos contra os policiais. No tiroteio, ele acabou ferido e morreu no Hospital de Urgência e Emergência. Participaram da ação conjunta o Batalhão Rodoviário, Radiopatrulha e Serviço de Inteligência da PM, além do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual (MPE). Porém, a versão apresentada pela polícia é contestada pelos vizinhos de Chocolate. Segundo eles, a equipe da polícia chegou de capuz, arrombou a porta da casa do acusado e chegou batendo em todos que se encontravam na residência com ele. Ainda segundo alguns moradores, um dos policiais teria pedido ao rapaz para pular o muro e, em seguida, disparado contra ele à queima-roupa. Os policiais não teriam acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para socorrer a vítima. Ao invés disso, os próprios policiais teriam colocado Anderson na viatura, que não resistiu aos ferimentos e morreu já no hospital. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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