loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

FOR�A NACIONAL � POSTA EM XEQUE

Ouvir
Compartilhar

A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) tem uma missão institucional, conforme está descrito no site do Ministério da Justiça e Cidadania, órgão ao qual está subordinada. Ela foi criada em 2004 com a finalidade, única, de atender às necessidades emergenciais dos estados, em questões onde se fizerem necessárias a interferência maior do poder público ou for detectada a urgência de reforço na área de segurança. Em Alagoas, a tropa federal chegou em 2012 com a proposta de contribuir para reduzir os altos índices de violência que deixavam o Estado no topo da criminalidade. Quatro anos depois, o grupo ainda está aqui e alguns já contestam a permanência dele por tanto tempo. Os resultados parecem não ser mais os mesmos. A Gazeta de Alagoas até que tentou, insistentemente, penetrar no universo da Força Nacional. O pouco que descobriu foi por meio de diálogo com pessoas que trabalhavam ou trabalham com os policiais. As autoridades de segurança do Estado até que elogiam, mas não se aprofundam na análise da tropa. Até quantidade de efetivo que está, atualmente, reforçando o policiamento ou atuando em outros órgãos é guardada a sete chaves. As guarnições estão proibidas, inclusive, de darem entrevista à imprensa, sob pena de responder a um procedimento disciplinar. Sabe-se também que as ações da tropa estão sob a batuta da Secretaria de Segurança Pública (SSP) para intervenções integradas, no caso do policiamento ostensivo. A base da Força fica anexa à Academia da Polícia Militar (APM), à qual a Gazeta não teve acesso. Os que atuam em outras áreas trabalham na sede dos respectivos órgãos ou quartéis. No Estado, as ações da Força Nacional tiveram mais visibilidade e força com a implantação do programa Brasil Mais Seguro, uma espécie de teste de fogo do Governo Federal com intervenção direta e maçica contra a criminalidade. Os resultados foram positivos e, aos poucos, a segurança pública de Alagoas ganhou um norte e descobriu que operações integradas eram o mote que precisavam para frear a violência, que assustava e afugentava os alagoanos. Pela explicação dada pelo Ministério da Justiça, o programa previa, desde a sua implantação, ações imediatas, a médio e longo prazo. ?Com foco no fortalecimento dos trabalhos de investigação e perícia de crimes de homicídios, o programa envolveu várias frentes de atuação, iniciando com a implantação da política de proximidade e apoio da Força Nacional, dentre outras ações de maior visibilidade?, diz nota enviada à Gazeta.

Relacionadas