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INQU�RITOS S�O FECHADOS SEM AUTORIA

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Ainda na gestão Teotonio Vilela, quando vários secretários de Segurança foram nomeados, uma decisão mexeu diretamente na Polícia Civil de Alagoas. Os delegados da Força Nacional que vieram ao Estado após o termo de cooperação agora estavam na incumbência de coordenar e comandar todos os inquéritos relativos aos homicídios praticados na capital. O resultado disso foi uma ciumeira dos delegados de polícia. O tempo foi passando e a harmonia parece ter se estabelecido, mas a comparação sempre é feita. Na condição de não ser identificado, um delegado aceitou fazer uma análise sobre a atuação da Força na investigação de crimes. Ele reconhece que o trabalho da tropa é qualificado, mas ao longo dos anos percebeu uma redução na produtividade, talvez explicada pelo efetivo que foi reduzido ou pela rapidez com que os inquéritos são concluídos. Agora, segundo a fonte da Gazeta, seriam cerca de 50 homens da Força Nacional (entre delegados e agentes de polícia), que colaboram com a apuração de crimes em Maceió. Todos estão lotados na Delegacia de Homicídios e atuam na elucidação de mortes violentas na capital. ?Eles são extremamente comprometidos com o trabalho, produzem bastante e mandam relatórios frequentes para Brasília. No entanto, percebi que o ritmo diminuiu nos últimos meses. Um ponto negativo deles é que fecham, geralmente, os relatórios dos crimes sem o reconhecimento da autoria, o que não é comum entre os delegados da Polícia Civil. Temos a impressão que eles prezam pela quantidade e não pela qualidade dos inquéritos que concluem?, avalia.

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