Polícia
Arma do crime ainda n�o foi encontrada
Ainda de acordo com o delegado Ronilson Medeiros, a arma do crime, um calibre 38, não foi encontrada. ?Mas, não achar a arma utilizada não altera em nenhum momento as investigações. Já se comprovou que Abinael foi morto por disparo de uma arma de fogo. A situação já se comprova pela contratação, se comprova pelo depoimento de Deivisson, que afirmou que foi Jalves quem efetuou os disparos e ele se nega a falar no âmbito policial?, esclarece o delegado. Conforme o investigador, Jonathan também disse que deixou o Deivisson e Jalves na companhia de Ericksen e que não teria presenciado a abordagem a Abinael. A versão dele é que quando foi buscá-los, após o crime, eles estavam na pista principal. ?Ele está trazendo um álibi, uma abordagem, que o favoreça. Porque esse álibi não condiz com os depoimentos já prestados no inquérito?, apertou o delegado. Jonathan, que responderá pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, informou durante a coletiva que é amigo de Deivisson e Jalves, e que é normal usar o carro de Jalves, já que eles são amigos. Ele também afirma que pedia a moto dele emprestada. VERSÃO No dia do crime, Jonathan declarou que teria deixado Jalves e Deivisson em uma lanchonete e saiu para resolver questões pessoais. Depois, ele teria recebido uma ligação pedindo para ir buscá-los. ?Achei Jalves muito nervoso, mas não perguntei o que aconteceu. Não sabia o que tinha acontecido. Só fiquei sabendo quando Jalves foi preso. Foi quando fugi com medo?, disse o suspeito.