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M�e afirma que PM preso mandou assassinar sua filha

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A doméstica Isaura Maria da Conceição, 65, mãe de Maria José dos Santos, 25, assassinada dentro de sua residência na Rua do Arame, 17, no Pinheiro, às 20h da última quinta-feira, com dois tiros de revólver, aponta o soldado Ronaldo, da Polícia Militar de Alagoas, preso no Instituto Penal São Leonardo, como mandante da execução da filha que era importante testemunha da Chacina da Praça Arnon de Mello, ocorrida em 1996, onde quatro pessoas foram assassinadas a tiros de pistola. O militar é um dos suspeitos de ter participado da chacina e vinha, através de recados, fazendo ameaças contra Maria José dos Santos, que foi executada na presença de suas filhas, de um e dois anos de idade. ?Minha filha voltava da padaria e, assim que entrou em casa, um homem de aproximadamente 45 anos invadiu o local e fez os dois disparos na minha presença e das filhas dela e depois fugiu em um carro que eu não sei a marca. Maria José iria depor sobre a chacina, na quinta-feira, e vinha recebendo ameaças de morte. O soldado Ronaldo, que destacou na subdelegacia do Pinheiro, tinha ódio dela porque foi reconhecido por ela, na noite da chacina. No depoimento, Maria José iria aponta o militar. Portanto, ele se desesperou e mandou matá-la. Minha filha, apesar de estar metida numa briga feia, nunca pediu segurança de vida?, explica Isaura Maria da Conceição. O matador, que usava um boné e vestia bermuda, está sendo procurado pelos agentes do 7º Distrito Policial, sob o comando do delegado Geraldo Soares, que vai ouvir a mãe da vítima sobre o homicídio.

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