loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

Sindicato contabiliza sete vigilantes mortos em AL nos �ltimos dois anos

Ouvir
Compartilhar

Com a morte de Ferreirinha, subiu para sete o número de vigilantes que morreram no seu ambiente de trabalho, nos últimos dois anos em Alagoas, informou ontem o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, José Cícero Ferreira. De acordo com ele, o sindicato somente contabiliza os profissionais que atuam em situação legal. ?Porque, se formos contar os vigias que trabalham na clandestinidade, o número é ainda maior?, disse José Cícero. Ele atribui o último registro à falta de condições de trabalho na esfera pública. ?O Estado não dá condições de trabalho ao vigilante que é servidor público. Eles não podem usar armas, não possuem postos, trabalham até as 22h. Quando é de vigilância privada, isso não acontece porque reivindicamos os direitos da categoria?, explicou, ressaltando que 40% dos vigilantes que atuam no Estado de Alagoas são clandestinos. PESAR A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) lamentou, ?com profundo pesar?, a morte do servidor público e, por meio de nota, prestou solidariedade aos parentes de José Ferreira da Silva. Sobre a questão da segurança dos vigias, a secretaria informou que o uso de armas nas escolas não é um propósito e que nenhuma secretaria de Educação do País conta com esse tipo de serviço. A Seduc também informou que, além dos vigilantes, as escolas possuem câmeras de segurança e vigilância eletrônica que auxiliam na proteção dos alunos, professores e servidores, além do Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc), que faz rondas constantes.

Relacionadas