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Pol�cia j� admite desfecho tr�gico

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Por enquanto, a Polícia Civil ainda trata o sumiço do professor de Química da Ufal Daniel Thiele como um desaparecimento, embora já admita que, passados 10 dias, essa hipótese perde a força e outras, mais trágicas, ficam mais evidentes. O caso está sendo investigado pelo delegado Egivaldo Lopes com o suporte do delegado Filipe Caldas, da Seção Antissequestro da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic). Eles já não descartam sequestro, latrocínio, suicídio ou homicídio. Nesta segunda-feira, 3, a Ufal concede uma entrevista coletiva, no prédio da Reitoria, para detalhar quais os procedimentos estão sendo adotados pela instituição para colaborar na busca pelo educador. As informações serão repassadas aos jornalistas pela reitora Valéria Correia, pela diretora do Instituto de Química e Biotecnologia (IQB), Francine Santos, e por Marcelo Thiele, irmão do professor desaparecido, que vive em Santa Catarina. A universidade adiantou que uma das medidas tomadas pela reitora foi encaminhar um ofício à Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Alagoas para pedir, também, a investigação do caso. Outra foi acompanhar o irmão do educador à sede da Deic, em Maceió, para formalizar o Boletim de Ocorrência comunicando à polícia o desaparecimento. Marcelo já esteve no prédio onde Daniel mora, na Pajuçara, e checou as imagens gravadas pelo circuito interno de segurança. Ele também fez o mesmo na Ufal. O material já foi analisado pela polícia.

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