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Pol�cia chegou a suspeitos por meio de chipe do celular da v�tima

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Ontem pela manhã, as equipes da Antissequestro chegaram ao local, identificando o carro do professor Thiele pela placa e o número do chassi. Dentro, estava um corpo carbonizado. Ao mesmo tempo em que tentava localizar o carro e o professor, a polícia seguia pistas que revelassem o que ocorrera. A quebra do sigilo telefônico não foi de muito proveito, já que não havia ligações feitas, ou recebidas. Só havia mensagens do aplicativo WhatsApp, que, como disse o delegado Paulo Cerqueira, não puderam ser decifradas. Mas uma ligação, dias depois do sumiço do professor, feita com o seu número de telefone celular, permitiu à polícia chegar aos irmãos Emerson Palmeira da Silva e Anderson Leandro Palmeira da Silva, apontados como suspeitos de envolvimento no crime. Segundo o delegado Filipe Caldas, o chipe, que estava sendo rastreado, foi usado por Emerson, que mora no bairro do Tabuleiro, em Maceió, onde foi preso, numa ligação para Anderson, que mora em Rio Largo. Esse indício e outros elementos de prova que não foram revelados fundamentaram o pedido de prisão temporária dos dois, deferido pelo juiz John Silas, da 9ª Vara Criminal da Capital. ?A investigação continua, e nada mais pode ser revelado. Tornar pública outras informações trará prejuízo ao trabalho que estamos desenvolvendo, e que podem levar a outras prisões?, disse o delegado.

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