Polícia
V�TIMAS POSSUEM REDE DE PROTE��O
Depois que as vítimas sofrem os abuso ou são exploradas sexualmente, é ainda trabalho do conselho tutelar providenciar o atendimento inicial e encaminhá-las para registrar a ocorrência na Delegacia de Polícia e fazer exames no Instituto Médico Legal (IML). Se a criança/adolescente vítima de exploração sexual não tiver vínculo familiar, ela é levada para uma Unidade de Acolhimento Institucional. A unidade de acolhimento, no entanto, deve ser a última opção. Há se de considerar injusto que a vítima seja afastada do ambiente próprio, que deveria ser o ambiente mais seguro. Para quem não está em acolhimento institucional, o serviço ofertado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) é o Creas (Centro de Referência Especializado em Assistência Social). O equipamento social trabalha especificamente com a violação de direitos de crianças e adolescentes, mulheres, idosos e pessoas com deficiência. A atribuição do Creas é atuar para garantir que esta vítima tenha acesso aos direitos básicos e de prevenção da violação de direitos nas comunidades vulneráveis. Maceió conta com cinco unidades de Creas, localizadas nos bairros do Benedito Bentes, Santa Lúcia, Poço, Vergel do Lago e Jatiúca. Eles trabalham a prevenção nas comunidades, em parceria com a Saúde e a Educação, orientando sobre as formas de abuso, como denunciar e como os pais devem ficar atentos. Na capital, há unidades de acolhimento para meninas e meninos, na faixa etária de 0 a 18 anos incompletos. Eles vão para a Unidade de Acolhimento Institucional como medida protetiva.