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Gerente comercial � assassinado

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A morte com requintes de crueldade do representante comercial Aroldo Flavius Cataldi, de 46 anos, está sendo interpretada, a princípio, pela Polícia Civil, como latrocínio (roubo seguido de morte). O inquérito para apurar o caso já foi instaurado e o delegado de Roubos da Capital, Thiago Prado, começa a ouvir testemunhas hoje. O Grupo Gay de Alagoas (GGAL) levanta a hipótese de que pode se tratar de mais um crime de conotação homofóbica, que seria o sétimo somente este ano. Um suspeito está preso. O corpo de Aroldo Cataldi foi encontrado com sinais de estrangulamento na madrugada de ontem, na residência onde ele morava, na Rua Liberato Michel, que fica no conjunto Salvador Lyra, parte alta de Maceió. Estava embaixo da cama e amarrado com um cinto, objeto provavelmente usado para asfixiá-lo. Um mecânico de 23 anos é apontado como autor do crime. Alexandre da Silva Amorim foi preso por militares do 5º Batalhão horas após o achado do cadáver. Ele estava com o automóvel, o notebook e um televisor que pertenciam à vítima. Em depoimento à polícia, o suspeito negou envolvimento com o assassinato e negou saber a origem dos objetos encontrados em sua posse. De acordo com o delegado Thiago Prado, o suspeito revelou que conhecia Aroldo há cerca de um ano e meio e confirmou que frequentava a casa dele vez por outra. ?Se havia amizade ou algum tipo de relação entre eles, deveremos saber com o andamento da investigação?, afirmou. Ele reforçou que, por enquanto, não se pode afirmar que se trata de um crime homofóbico, sendo o latrocínio a versão mais provável. ?Continuamos com essa linha por enquanto. Porém foi instaurado inquérito e a partir desta quinta ouviremos outras pessoas a fim de se aprofundar mais no caso?, destacou o delegado.

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