loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 27/07/2026 | Ano | Nº 6275
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

Policial � executado com 17 tiros

Ouvir
Compartilhar

A Polícia Civil começou a investigar o assassinato do sargento da reserva da Polícia Militar de Alagoas Valdir José da Silva, que tinha 49 anos e foi morto a tiros perto de casa, na Ponta Grossa, em Maceió. O crime ocorreu no último domingo, 6. É o quarto PM vítima de homicídio este ano em Alagoas, segundo a Secretaria de Estado da Segurança (SSP). Os criminosos estavam numa caminhonete, com apoio de uma motocicleta. Atingindo o policial militar Valdir José com 17 disparos, e Jô Tenório, 52 anos, que é dona do ponto comercial onde estava o policial. Ela foi baleada de raspão e recebeu alta médica logo após atendimento no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Valdir teve a arma de fogo levada pelos seus algozes. O delegado Fábio Costa, coordenador da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), informou à Gazeta que o crime começou a ser apurado e que a polícia tem linhas de investigação. ?A gente está investigando desde ontem. O caso será encaminhado à delegada responsável (Rosimeire Vieira) pela área. A gente tem as nossas suspeitas, mas não podemos adiantar absolutamente nada. Está muito cedo para dizer alguma coisa. Temos nossas linhas de investigação, mas nada que possa ser divulgado?, afirmou. Adriana Lúcia da Silva estava casada com o policial militar há nove anos e com ele teve uma filha. Enquanto esperava a liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML), falou sobre o crime. ?O que a gente quer é Justiça. Não tenho ideia do que aconteceu com o Valdir. Se ele tinha inimizades eu não sabia. Eu não estava em casa quando aconteceu isso. Foi bem perto de onde a gente mora, no estabelecimento da Jô?, diz Adriana. Valdir atuou como sargento do Batalhão de Polícia de Trânsito (Bptran), mas estava na reserva da PM há cerca de três anos, desde que sofreu um acidente. Fez bico como segurança em estabelecimentos comerciais, atividade que deixou há, pelo menos, dois anos. ?Meu pai era uma pessoa tranquila. Todo mundo conhecia ele?, acrescenta Klinsmann Hebert, filho do PM.

Relacionadas