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Polícia

4 assaltantes mortos e um ferido

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O delegado Thiago Prado, titular da Delegacia de Roubos da Capital (DRC), disse que os homens que morreram ontem, em confronto com a polícia, estavam sendo monitorados há cerca de três meses. A investigação mostrou que eles integravam uma quadrilha que agia usando a caminhonete marca Hilux, de cor preta e placa NVO 4009 (clonada), para assaltar casas, pessoas e cometer homicídios. O coronel Davi Monteiro, comandante do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE), revela que um deles, que sobreviveu ao tiroteio e foi levado para o Hospital Geral do Estado (HGE), foi reconhecido por uma médica plantonista como o homem que a assaltara dois dias antes. ?A médica ficou muito nervosa, mas reconheceu o assaltante?, disse o oficial, que participou da ofensiva que resultou na morte de quatro dos cinco integrantes da quadrilha. O quinto integrante do bando, levado ao HGE, foi identificado como Wallysson Henrique da Silva César, de 22 anos. Segundo o boletim médico, foi atingido por um tiro na cabeça. Até o fechamento dessa edição, o acusado seguia entubado, na área vermelha, em estado grave. O comandante do BPE disse que o serviço de Inteligência do Batalhão trabalhou em parceria com a DRC para identificar os integrantes e as ações da quadrilha. ?Descobrimos que eles assaltariam a casa de um empresário, em Fernão Velho e montamos a operação para prendê-los. Os cinco esperavam que essa vítima saísse de casa para iniciar o assalto. Como isso não ocorreu, e começou o movimento normal da rua, pessoas passando, eles desistiram e seguiram para o Tabuleiro?, relata Monteiro. No trajeto, o comando da operação, formado por ele e pelo delegado Thiago Prado, decidiu abordar os ocupantes da caminhonete. Uma viatura do BPE determinou que o condutor parasse a Hilux, mas a ordem não foi obedecida. ?Eles então dispararam, seguindo até a Feirinha do Tabuleiro. Estávamos com três viaturas, duas delas descaracterizadas. Como eles não sabiam disso, decidiram enfrentar a guarnição do BPE, atirando contra os policiais. A resistência nos obrigou a reagir?, afirma o comandante do Batalhão de Policiamento de Eventos.

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