Polícia
GGAL quer monitoramento de crimes contra homossexuais
O Grupo Gay de Alagoas (GGAL) cobrou a reativação do Grupo de Trabalho da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que monitoraria os crimes contra a comunidade LGBTI no Estado. Após a morte de mais um homossexual na manhã de ontem, as lideranças do movimento pedem providências. O corpo de Júnior de Oliveira, de 22 anos, foi encontrado com marcas de pedradas, pauladas e com disparos de arma de fogo. Este é o 16º caso de violência contra homossexuais registrado em Alagoas, somente este ano. De acordo com o presidente do Grupo Gay de Alagoas, Nildo Correia, em 2016, foram 334 homossexuais vítimas de violência no Brasil, sendo 21 aqui no Estado. Este ano, o número de vítimas já chega a 320 no País, sendo 16 delas em Alagoas.