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Quadrilhas traziam droga do Paraná e de São Paulo para AL

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A Secretaria de Segurança Pública (SSP) concedeu coletiva de imprensa, na manhã dessa sexta-feira, 20, para detalhar a operação deflagrada em Alagoas e Sergipe, que desarticulou duas organizações criminosas que agiam, também, em outros estados do País. Segundo as autoridades alagoanas, a força-tarefa evitou execuções em Penedo e no sistema prisional do Estado. Na coletiva, o secretário Paulo Lima Júnior informou que, ao final da Operação Quarteto, foram efetuadas 15 prisões, e que quatro dos suspeitos morreram em confronto com policiais. Os mortos foram identificados como Valdemir Rodrigues da Silva, 28, conhecido como ?AK-47?; José Nathanael dos Santos, 22, o ?Da Lágrima?; Alisson Ferreira Moura, 27, o ?Mancuso?; e Flávio Nunes Costa, 39, o ?Pit Bull?. Este último morreu em Sergipe; e os demais, em Alagoas. A investigação durou três meses, coordenada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN), em parceria com o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e a Assessoria de Inteligência da SSP. Ao final, a 17ª Vara Criminal da Capital emitiu 23 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. Como resultado, foram desarticuladas duas organizações criminosas envolvidas com o tráfico, com ramificações em outros estados. A primeira organização desarticulada atuava no Vale do Reginaldo e no Conjunto Caetés, no bairro Benedito Bentes, em Maceió, liderada pelo reeducando Bruno Carlos Santana da Silva, conhecido como ?Alisson?. Este contava com o apoio de Ary Clifton Monteiro Nascimento, o ?Dexter?, apontado pela SSP como ?gerente? e braço direto do bando. Essa organização, conforme explicado na coletiva, tinha ramificação no Estado do Paraná, com Willian Fernandez Diniz, conhecido como ?Noturno?, que está preso na Penitenciária Estadual de Piraquara II, no Paraná, desde 2003, por crimes como roubo e tráfico de drogas. Ele fornecia a droga que chegava a Alagoas. A segunda organização desbaratada atuava em Penedo, interior de Alagoas, e em Sergipe, liderada por Flávio Nunes Costa, conhecido como ?Pit Bull?, monitorado por tornozeleira eletrônica. Este distribuía drogas e encaminhava para Penedo, onde o ?gerente? da quadrilha era Leandro da Silva, conhecido como ?Neno?.

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