Polícia
Defesa afirma ter fatos novos e a favor de corretor, que está preso
O advogado Joanísio Pita de Omena Júnior afirma à reportagem que a tese mais evidente é de legítima defesa. Agnaldo Vasconcelos atirou porque acreditava se tratar de ação criminosa e não de ação policial, de acordo com Omena. ?A expectativa da defesa é a mesma que a gente tem desde o início. Vemos com respeito a família dele, como também a Polícia Militar. Temos que ver esse caso com o maior cuidado para não ser injusto, fazendo que prevaleça a verdade. Durante todo trâmite do processo, ficou evidente essa tese da legítima defesa?, explica o advogado. Joanísio Pita relata que, além de legítima defesa, outras vertentes serão apresentadas durante o júri popular. ?As testemunhas também podem trazer fatos novos. Provavelmente, a defesa apresente novas teses. A síntese é esta: jamais Agnaldo acreditou que fossem policiais. Tem um áudio de uma ligação dele falando com uma guarnição do Copom de que ele não acreditava se tratar da PM. Como era possível ele atirar no policial e em seguida ligar para a própria polícia??, acrescenta o advogado. Agnaldo foi denunciado por homicídio qualificado e está recolhido no Sistema Prisional Alagoano.