Polícia
Ossada não é de Allan, diz pai do comerciário
A família do comerciário e estudante de Engenharia Allan Teófilo Bandeira, que está desaparecido desde novembro do ano passado, não reconheceu como sendo dele a ossada encontrada pela polícia no fim de semana e recolhida ao Instituto Médico legal (IML). O pai do desaparecido, Albério Teófilo, foi quem compareceu ao IML para fazer o reconhecimento. O esqueleto foi recolhido em uma mata localizada às margens da BR- -101, entre os municípios de Boca da Mata e Marechal Deodoro. Além da ossada, foram apresentados ao pai do comerciante os objetos pessoais encontrados junto ao cadáver recolhido pelo IML, que seria uma camisa, uma bermuda, um cinto e uma sandália de numeração 37. Após a análise visual, o pai de Allan Teófilo descartou a hipótese de que a ossada seria do filho. Segundo Albério Teófilo, o filho desaparecido calçava uma numeração maior (44) e as roupas não eram as mesmas que ele usava quando foi visto pela última vez, após uma partida de futebol no município de Satuba, na Grande Maceió. A família deverá voltar hoje à sede do IML, para verificar os registros de entrada de cadáveres não identificados nos últimos dias. Em relação à ossada encontrada, a direção do IML solicita que quem tiver algum familiar desaparecido com essas características, procure a unidade para tentar fazer o reconhecimento.