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‘Guerra de facções’ elevou mortes em confronto, afirma secretário

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?A polícia não mata, ela se defende?. A frase é do secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Paulo Domingos Lima Júnior, para justificar a morte de 141 pessoas por policiais civis e militares na ativa ? em serviço e de folga ? em 2017. No ano de 2016, foram 108, e em 2015, 96 casos. O levantamento feito e publicado pelo G1 revela que no Brasil foram 5.012 assassinados, 790 a mais que em 2016, o que revela um crescimento de 19%. Já Alagoas registra um percentual de 4,2% e aparece entre os cinco estados com a maior taxa de vítimas das forças policiais por 100 mil habitantes, ficando atrás somente do Pará, Acre, Rio de Janeiro e Amapá. Sobre a investigação que aponta o envolvimento de policiais em casos como o desaparecimento de jovens ? a exemplo de Humberto Tiago de Araújo Neto, que sumiu em Maceió após abordagem de duas guarnições da PM no início de fevereiro deste ano ?, Lima Júnior afirma que as polícias Militar e Civil estão investigando. ?Vamos investigar, seja para que crime for, praticado por policial ou não. Não se pode rotular já como culpado assim que começaram as investigações?, explica o secretário. A pesquisa do G1 ? que concentra os casos de ?confrontos com civis ou lesões não naturais com intencionalidade? envolvendo policiais na ativa (em serviço e fora de serviço) ? faz parte do Monitor da Violência. É uma parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

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