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Polícia age contra aliciamento do PCC em Alagoas

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A Polícia Civil de São Paulo cumpriu dois mandados de busca e apreensão na manhã de ontem, em Alagoas, sendo um em Arapiraca e outro em Capela. Os resultados são fruto de uma investigação que buscou desbaratar uma ramificação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A ramificação da facção que foi alvo da operação de ontem agia para aliciar novos ?soldados? para a facção criminosa no Estado, seja dentro ou fora das prisões. Mesmo sem cumprimento de mandado de prisão, uma fonte confirmou à Gazeta que as pessoas que estão instaladas no Estado e tiveram suas residências como alvo dos mandados de busca e apreensão eram protagonistas nacionais da facção. A polícia paulista cumpriu mandados ainda em outros treze estados do País. No Nordeste, apenas em Alagoas e no Rio Grande do Norte foram realizadas diligências. Tendo em vista a magnitude da operação, a nomearam Echelon. A Polícia Civil alagoana deu suporte à operação com o delegado Fabrício Nascimento. Questionado pela reportagem sobre o êxito da investida, o delegado conta que o saldo foi positivo, embora não pudesse passar muitos detalhes. ?A polícia conseguiu apreender muita informação importante que vai ajudar a segurança pública em momentos futuros e oportunos?, avalia o delegado. Questionado sobre o motivo de não ter mandados de prisão em Alagoas, apenas de busca e apreensão, em residências que se supõe estar ocupadas por criminosos, o delegado explicou: ?Cada coisa ao seu tempo, e em breve podemos ter novos desdobramentos?, pondera. Sobre uma possível e provável fuga desses criminosos, o delegado afirma confiante: ?Sabemos para onde eles irão?, crava. Sobre os locais onde foram realizadas as apreensões, o delegado contou que eram casas simples, comuns e que não chamavam a atenção da população, nem as casas nem a rotina dos moradores. Em todo o País, a polícia tinha 75 mandados de prisão, sendo que 59 foram cumpridos; duas prisões ocorreram em flagrante. Também houve 59 mandados de busca e apreensão, dos quais 32 forma cumpridos. A célula do PCC investigada pela operação Echelon, que é resultado de uma parceria da Polícia de Civil de São Paulo com o Ministério Público e a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, atua em outros estados e países vizinhos. * Sob supervisão da editoria de Cidades

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