Polícia
Sumiço de comerciário continua um mistério
Sem respostas e, aparentemente, sem rumo, o caso Allan Teófilo completa sete meses neste sábado, 23. O caso desafia a Polícia Civil alagoana, que trava uma investigação contra o ?crime perfeito?, e mesmo trocando a comissão de delegados investigadores, nada de concreto se apresenta. O comerciário Allan Teófilo desapareceu no dia 23 de novembro do ano passado. Ele saiu de casa dizendo que iria a uma partida de futebol no município de Satuba, na Grande Maceió, e não foi mais visto pela família. O caso tem pontos soltos e questionamentos não esclarecidos pela polícia. Uma dessas informações veio à tona este ano: a família de Allan disse à imprensa que o jovem teria dado sinal de vida, após ter enviado por um aplicativo de mensagens uma foto numa estrada de barro. O registro mostra o carro de Allan, um Kia Picanto, passando por Satuba, às 19h56, e voltando à capital exatamente às 21h04. Outra informação que a polícia trabalha sem detalhar muito é o testemunho de uma mulher a quem Allan foi visitar em Satuba. Allan saiu de casa afirmando que ir jogar futebol na cidade, mas teria ido visitar essa mulher, que seria a última pessoa a ter contato com ele antes do desaparecimento. A polícia confirmou que ouviu a mulher e seu namorado, mas não deu detalhes sobre a contribuição dos dois ao caso. Na última terça-feira, 19, uma ossada foi encontrada em uma área de mata no bairro de Benedito Bentes. A ossada acredita-se que pode ser de Allan Teófilo, segundo informou uma fonte da Polícia Civil à Gazeta de Alagoas. Segundo o coronel Monteiro, comandante do 5° Batalhão de Polícia, a ossada foi encontrada próximo de uma árvore e de uma corda. * Sob supervisão da editoria de Cidades.