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Morte de bancário volta à tona após 11 anos

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Onze anos após a morte do bancário Dimas Holanda, assassinado com nove tiros em abril de 1997, os juízes da 17ª Vara Criminal de Maceió voltaram a tomar depoimentos de envolvidos no caso. Na manhã de ontem, 12 pessoas foram ouvidas pelo juiz José Braga Neto. Entre os depoentes estava o ex-governador de Alagoas Manoel Gomes de Barros, à época no comando do governo do Estado. Ele não figura no processo como acusado e foi convocado pelo Ministério Público na condição de declarante. Fiz o que pude e prestei os esclarecimentos necessários. Não estou envolvido em nada. Quando fui governador contrariei muitos interesses, por isso o ex-coronel Manoel Francisco Cavalcante chegou a me envolver e depois ele mesmo disse que só fez isso porque estava com raiva de mim e me isentou. Por isso atendi ao chamado da Justiça e vim até sem advogado, disse Mano, que teve seu nome envolvido na morte do bancário porque a vítima teria dado uma cantada em sua nora, esposa do deputado afastado Nelito Gomes de Barros. Isso foi uma coisa absurda e não é absolutamente verdade, enfatizou o ex-governador. ///

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