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sábado, 30/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Cobrança de R$ 5 mil teria motivado crime

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Para o promotor Flávio Gomes da Costa, a vida sexual dos envolvidos não tem nenhuma importância para o caso, já que não se trata de um crime passional. Para o representante do MP, a motivação do crime foi a cobrança de uma quantia de R$ 5 mil, que o professor prometeu dar ao pedreiro, mas não deu. Toda a tese da defesa foi para desqualificar o professor Neiva, mostrar que ele é pervertido, com fantasias sexuais, mas ninguém está aqui para julgar os desejos da vítima. O crime foi premeditado e frio, ele matou, saiu do motel e foi beber num bar, resume Flávio. Segundo o promotor, também houve a constatação de que o acusado só conseguiu estrangular a vítima, um homem saudável, forte, com 1 metro e 80 de altura porque o amarrou e o pegou à traição, durante a relação sexual. José Ricardo demonstrou tranquilidade e, às vezes, até um sorriso no canto da boca, durante o interrogatório. O réu se defendeu, tentando convencer os jurados de que tudo só teria acontecido porque ele atendia todos os desejos do professor. Pressionado pelo promotor, o réu admitiu que, momentos antes, tinha discutido sobre a remuneração.

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