Polícia
Polícia prende grupo acusado do assassinato de sargento da PM

O trabalho foi ininterrupto e integrado, e só acabou quando os cinco envolvidos na morte do sargento PM Dietmarx José da Silva, de 42 anos, assassinado a tiros há cerca de uma semana, foram presos. Ontem, numa entrevista coletiva na sede da Secretaria de Defesa Social e Ressocialização (Sedres), três dos acusados foram apresentados. Foram eles: Valdeir Correia de Lima, de 22 anos, Diego Moreira de Almeida, conhecido como Bruxo, de 19 anos, e Wallisson Miguel Nunes de Oliveira, o Pato, de 24 anos, presos ainda na madrugada. Dois menores, de iniciais J.J.M.S. e M.M.A. também foram apreendidos durante a ação. Coube ao delegado-chefe da Divisão de Investigações e Capturas (Deic), Ronilson Medeiros, revelar os detalhes da operação que resultou nas prisões dos acusados. O bando foi localizado no bairro Benedito Bentes, e com eles a polícia encontrou a arma que pertencia ao sargento Dietmarx. O militar morreu no dia 16 de julho, no Hospital Geral do Estado (HGE), onde foi socorrido, vítima de vários tiros disparados após um assalto, segundo a polícia, praticado pela quadrilha no município de Santa Luzia do Norte, região metropolitana de Maceió. ARMAS Indagados pela imprensa sobre a acusação, os três suspeitos negaram envolvimento no crime. Acusado de ter disparado contra o militar, Wallisson Oliveira disse que foi preso em casa e não estava com arma nenhuma. A arma estava com Valdeir Correia, outro acusado, que, ao ser ouvido, na sede da Deic, disse tê-la adquirido numa feira, no Benedito Bentes. Além da arma do militar, a polícia encontrou com o bando outras três armas. O delegado Ronilson Medeiros, informou que os três serão indiciados por homicídio, formação de quadrilha, porte ilegal e receptação.