Polícia
Vítima esteve no banco antes de sumir
Sem pistas, a polícia de Matriz do Camaragibe pretende trabalhar com três linhas de investigação. Ainda é cedo. Não temos nada concreto, observou o chefe de operações, José Cláudio. No entanto, segundo os policiais, a que mais chama a atenção se relaciona com o trabalho de troca de veículos que vinha exercendo. Jaime Leandro, segundo testemunhas, teria ido a Porto Calvo, na tarde de quarta-feira, dia 30, trocar cheques no valor total de R$ 7 mil. Ele trocou um caminhão por uma Topic recentemente e esse dinheiro, tudo indica, faz parte do negócio, explicou um dos policiais, dizendo que só poderá afirmar algo quando for constatar a movimentação financeira no banco. A polícia acredita que os assassinos de Jaime são conhecidos da vítima e armaram uma emboscada quando ele retornava para Japaratinga. Uma mulher teria sido vista com Jaime, na tarde em que ele foi a Porto Calvo. Dizem que foi a mulher dele, mas outra testemunha afirma que ela estava na igreja, afirmou José Cláudio. O casal não vivia junto. Eles estavam separados há uma semana, mas queriam reatar o casamento, disse a irmã de Jaime, Nilza Leandro. A esposa da vítima, Ivonete Maria de Souza, 39, não quis dar entrevista. A polícia não descarta a possibilidade de envolvimento dela, mas, entre as linhas de investigação, é a que considera menos provável.